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JARDIM MODELO
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CHACARA SAO JOAO
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RIBEIRAO
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Notícias

Dólar em alta: como ficam as viagens internacionais?
Dólar atinge o maior valor desde dezembro de 2016 Nesta segunda-feira (23), o dólar chegou ao maior valor no Brasil desde dezembro de 2016: R$ 3,45. Em abril, a moeda norte-americana já subiu 4% e quem sofre com essa alta imediata são os turistas. Dependendo da corretora, o dólar do turismo ficou entre R$ 3,58 e R$ 3,80, nesta segunda. Por isso, a dica do colunista de finanças pessoais do Jornal da Globo, Samy Dana, é verificar a página do Banco Central para comprar dólar com o menor preço. Acesse a página aqui.
Montadoras estão investindo às cegas no Mercosul por indefinição de regras de longo prazo, diz GM

Fabricantes devem se reunir nesta terça, 24, com Temer, para cobrar a divulgação do Rota 2030, novo regime automotivo. País está sem política para o setor desde o começo do ano. Obras de início da ampliação da fábrica da GM em São Caetano do Sul, SP Rafael Miotto/G1 A indústria de veículos no Mercosul está cobrando dos principais membros do bloco, Brasil e Argentina, a definição de uma política de longo prazo para o setor que seja capaz de dar previsibilidade para os investimentos e maior competitividade ao setor, em um momento em que o bloco negocia um acordo comercial com a União Europeia. Segundo o presidente da General Motors para o Mercosul, Carlos Zarlenga, sem uma definição clara sobre a política industrial no Brasil para os próximos anos e a aprovação de regras futuras para o comércio de veículos no Mercosul "a indústria está investindo às cegas". "É fundamental trabalharmos hoje para termos uma previsibilidade sobre o que vai acontecer a partir de 2020. Todos os investimentos anunciados hoje (pelo setor) passam do horizonte de 2020. Estamos investindo às cegas e isso não pode acontecer", disse Zarlenga durante seminário do setor promovida pela editora AutoData. Reunião com Temer Uma comitiva de presidentes de montadoras de veículos, mais a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), deve se reunir nesta terça-feira (24) com o presidente Michel Temer, na expectativa de fazer o governo federal avançar na aprovação da política industrial conhecida como Rota 2030. O encontro deveria ter acontecido no último dia 12, mas as mudanças geradas pela saída de ministros interessados em disputar as eleições de outubro acabaram adiando a reunião. "Estamos discutindo isso, Rota 2030, há um ano e meio, espero uma surpresa positiva amanhã", disse Zarlenga. Porém, o presidente da Anfavea, Antonio Megale, presente no mesmo seminário foi mais pessimista, comentando que na terça-feira "não deve ser assinado nada". O Rota 2030 pretende ditar as regras de incentivo ao setor abordando temas como economia no consumo de combustível e obrigatoriedade de equipamentos de segurança nos veículos. A política automotiva anterior, Inovar Auto, terminou no final do ano passado e, a partir deste ano, o mercado passou a conviver com importações de veículos que pagam apenas imposto de importação, e não mais uma sobretaxa de até 30%, caso os importadores não invistam em produção e pesquisa e desenvolvimento nacionais. Segundo Zarlenga, entre este ano e 2030 são estimados investimentos no Brasil pelo setor automotivo de R$ 30 bilhões em pesquisa e desenvolvimento por ciclo de 5 anos, ante de R$ 25 bilhões aplicados entre 2012 e 2018. Brasil e Argentina No caso da GM, a pauta de desenvolvimento inclui veículos elétricos e modelos unificados que possam ser vendidos no Brasil e na Argentina sem precisarem de alterações para atender a regras específicas locais, algo conhecido como "reconhecimento mútuo" e que segundo ele poderá ser colocado em prática no Mercosul em 30 dias. Além da política industrial no Brasil, o setor busca também a discussão de regras que vão substituir o acordo automotivo atual entre Brasil e Argentina, que vence em meados de 2020. Os dois países possuem 76 fábricas de veículos, das quais 65 estão no Brasil, e uma capacidade de produção anual de 6 milhões de unidades. Atualmente, o comércio bilateral é regido por uma regra conhecida como "flex" em que a cada 1 dólar que o Brasil importa da Argentina sem incidência de tarifas, o Brasil pode exportar ao vizinho 1,5 dólar também sem sobretaxas. "O setor esta começando a se desorganizar...Há um alinhamento político entre Brasil e Argentina e os países passam por um momento de crescimento muito forte (de suas indústrias de veículos). Mas nosso questionamento é que para se organizar o setor é preciso ter uma visão de mais longo prazo", disse Megale, da Anfavea. Segundo Zarlenga, da GM, a indústria automotiva do Brasil e da Argentina deve crescer 3,6% ao ano, em média, nos próximos 10 anos, com o Brasil passando de vendas internas previstas para 2018 de 2,7 milhões de veículos para 2,9 milhões em 2019 e chegando a 4 milhões em 2027. Para a Argentina, o crescimento esperado pela empresa sai de 1 milhão em 2018 para 1,2 milhão em 2027. "Temos regras claras hoje (sobre o flex) que terminam em julho de 2020. O ponto é que não dá para esperar 2020 chegar para se ter uma nova regra", disse o presidente da GM Mercosul. União europeia Além do comércio bilateral entre Brasil e Argentina, a indústria automotiva do Mercosul --formado também por Paraguai, Uruguai e Venezuela, que está suspensa-- tem pela frente a possibilidade de entrada em vigor no próximo ano do livre comércio de veículos entre Brasil e México, conforme regido pelo acordo bilateral atual, disse Megale. Ele defendeu gradualismo na abertura, pedindo o mesmo nas discussões do Mercosul com a União Europeia. "Tem chances reais de sair (acordo Mercosul-UE), embora estejamos discutindo há 20 anos. Mas ele tem que vir com gradualidade. A UE hoje tem 1,7 habitante por veículo e o Mercosul tem 4,45, enquanto isso a UE tem 17% de sua capacidade ociosa enquanto as montadoras no Mercosul têm 41%."

Macri pede corte de impostos para aliviar alta de tarifas na Argentina

Governo dispôs aumentos de 45% a 58% no preço do gás natural, enquanto os ajustes nas contas de luz oscilam entre 39% e 47%, e as de água potável subirão 26%. O presidente da Argentina, Mauricio Macri, pediu nesta segunda-feira (23) aos governadores de províncias e prefeitos que cortem impostos para atenuar a alta das tarifas de luz, gás e água, cujos fortes aumentos têm causado comoção social e política. "Peço-lhes que eliminem os impostos que cobram sobre os serviços públicos e assim ajudarão a aliviar a carga sobre cada consumidor, cada comércio e cada pequena e média empresa", disse Macri em um discurso ao país. Presidente argentino, Mauricio Macri, em fórum de negócios, em dezembro de 2017 Marcos Brindicci/ Reuters O governo dispôs a partir de abril aumentos de 45% a 58% no preço do gás natural. Já os ajustes nas contas de eletricidade oscilam entre 39% e 47%, enquanto as de água potável subirão 26%. Os aumentos tarifários de serviços essenciais têm causado uma reação de manifestações de rua e protestos em todo o país. A primeira resposta positiva ao pedido de Macri veio da governadora da província de Buenos Aires, María Eugenia Vidal, da aliança governante de direita Cambiemos. Minutos após o discurso do presidente, Vidal reduziu os tributos sobre a luz, o gás e a água em uma província com 18 milhões de habitantes. A população total na Argentina soma 43 milhões de pessoas. No entanto, ainda não se sabe qual será a conduta dos 23 distritos restantes, governados na maioria pela oposição.

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